Um dia depois de a praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, amanhecer com 594 vassouras fincadas na areia em sinal de protesto contra o desvio de verbas públicas, ontem foi a vez de pouco mais de duas mil pessoas, segundo cálculo da Polícia Militar, participarem da Marcha Contra a Corrupção na Cinelândia, no centro da cidade.
Organizada pelo movimento Todos juntos contra a Corrupção, a manifestação frustrou a expectativa de público – até a tarde de ontem, mais de 35 mil pessoas haviam confirmado presença por meio das redes sociais. Ainda assim, quem esteve na Praça Floriano não perdeu a chance de exigir um basta.
Com o Teatro Municipal ao fundo e a escadaria da Câmara Municipal tomada, os manifestantes levaram faixas, cartazes e até se fantasiaram para reforçar o protesto. As principais bandeiras do movimento atacavam o voto secreto no Congresso, cobravam maior transparência da União e, principalmente, exigiam a aceleração da tramitação do projeto que transforma em crimes hediondos os delitos de concussão, corrupção ativa e passiva. Durante as pouco mais de três horas de manifesto, quatro livros foram disponibilizados para colher assinaturas favoráveis à proposta.
Após 22 horas de viagem de ônibus de Ponte Nova (MG) até o Rio, o empresário André Luiz Santos chegou cedo à praça para mostrar a indignação. Carregando uma cruz, ele disse estar realizado em poder participar do evento. “Hoje o Congresso não é só a vergonha do país. Estou vendo o povo brasileiro reviver o tempo dos caras-pintadas. Estive em Brasília, em São Paulo e agora no Rio. Nós temos que lutar, dar um basta nessa corrupção.”
Organizada pelo movimento Todos juntos contra a Corrupção, a manifestação frustrou a expectativa de público – até a tarde de ontem, mais de 35 mil pessoas haviam confirmado presença por meio das redes sociais. Ainda assim, quem esteve na Praça Floriano não perdeu a chance de exigir um basta.
Com o Teatro Municipal ao fundo e a escadaria da Câmara Municipal tomada, os manifestantes levaram faixas, cartazes e até se fantasiaram para reforçar o protesto. As principais bandeiras do movimento atacavam o voto secreto no Congresso, cobravam maior transparência da União e, principalmente, exigiam a aceleração da tramitação do projeto que transforma em crimes hediondos os delitos de concussão, corrupção ativa e passiva. Durante as pouco mais de três horas de manifesto, quatro livros foram disponibilizados para colher assinaturas favoráveis à proposta.
Após 22 horas de viagem de ônibus de Ponte Nova (MG) até o Rio, o empresário André Luiz Santos chegou cedo à praça para mostrar a indignação. Carregando uma cruz, ele disse estar realizado em poder participar do evento. “Hoje o Congresso não é só a vergonha do país. Estou vendo o povo brasileiro reviver o tempo dos caras-pintadas. Estive em Brasília, em São Paulo e agora no Rio. Nós temos que lutar, dar um basta nessa corrupção.”

Nenhum comentário:
Postar um comentário